Ano ruim para Bolsonaro e seus asseclas do ‘QG da Propina’

Todos bolsonaristas evangélicos e aliado do presidente Jair Bolsonaro, começado por Eduardo Cunha, Pastor Evaraldo, Wilson Witzel, Antony Garotinho e Marcelo Crivella . Não é a primeira vez que o político e líder religioso, Crivella, vai parar atrás das grades. Há trinta anos (1990), ele foi fichado e preso, mas o inquérito desapareceu. No entanto, as fotos da prisão foram preservadas.

Foto/reprodução

A prisão de Marcelo Crivela, na manhã desta terça-feira, 22/12, foi mantida pela desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita. O Ministério Público (MP-RJ) aponta que o prefeito é o “vértice” da organização criminosa conhecida como ‘QG da propina‘. 

Ironicamente, os evangélicos acusados estão sendo alvos de ‘Hades’, inferno em grego, nome da Operação que teve início com a delação premiada do doleiro Sérgio Mizrahy, preso na Operação Câmbio Desligo’ realizada em maio de 2018. 

São 22 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça do Rio. Além de Crivela, o ex-senador e ex-ministro Eduardo Lopes, também é alvo da operação, mas não foi encontrado em casa. A investigação está concentrada no chamado  “QG da Propina” na Prefeitura do Rio.

Tudo leva a crer que, essas prisões levarão a algo bem maior, como a lavagem de dinheiro por ‘igrejas’ evangélicas, um tema muito discutido ultimamente. Eduardo Benedito Lopes, também é Bispo e  considerado articulador político da Igreja Universal do Reino de Deus no Estado do Rio de Janeiro.

O MP aponta fortes indícios de que a essa entidade religiosa tenha sido utilizada para lavar o dinheiro recebido pelo esquema criminoso. Crivella se mantém bem próximo do ex-tesoureiro de campanha Mauro Macedo, primo do Bispo Edir Macedo, fundador da agremiação religiosa.

As investigações indicam que a Igreja Universal teria movimentado cerca de R$ 6 bilhões entre maio de 2018 e abril de 2019. O bispo licenciado e atual prefeito do Rio, Macelo Crivella, Mauro Macedo, Eduardo Benedito Lopes e o empresário Rafael Alves foram identificados como os operadores financeiros da organização criminosa.

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