AS MIL FACES DA RAINHA DO FAKE NEWS

Criar inimigos imaginários inventar fabulas e teorias conspiratórias, são ferramentas de manipulação das massas usadas por políticos e líderes religiosos. Graças a esses métodos nefastos, que surgiu uma nova seita no seio do movimento evangélico, sob o verniz de cristianismo e patriotismo, o bolsonarismo, uma mistura de religião, fascismo e militarismo. 😳

Como tudo que é falso, começou com uma série de mentiras e informações distorcidas espalhadas por Damares e seus asseclas, em 2013, com retórica contra a ‘ideologia de gênero’, propagadas através de vídeos no YouTube. Seguindo o princípio de Joseph Goebbels, que foi ministro da Propaganda de Adolf Hitler, de que uma mentira repetida milhares de vezes se torna verdade, as ideias da pastora ganharam força e influenciaram nos resultados das eleições de 2018. Nascia a seita cristofascista com o seu messias.

A segunda fase após a criação da seita, é a destruição do estado laico para a implantação de uma teocracia militarizada formada por pastores e militares.  O Brasil tornou-se um estado laico em 1890, com a aprovação do decreto nº 119-A, de 07/01/1890, de autoria de Ruy Barbosa. O bolsonarismo trouxe de volta a caça às bruxas da idade média, e a perseguição religiosa extinta na revolução francesa. Veja (aqui)

A última de Damares, agora ministra, foi divulgar um fake News de Oswaldo Eustáquio, um suposto “jornalista investigativo”, marido de uma das suas funcionárias de gabinete. O fake do detetive da Deep Web e contra o renomado jornalista Glenn Greenwlds do Site The Intercept Brasil. Para ver a credibilidade de cada um, é só conferir as suas respectivas biografias. Enquanto isso, Damares vem mostrando para que veio e fazendo o que gosta, mentir e espalhar fake News contra quem não é evangélico ou não apoia Bolsonaro.

Deixe seu seu comentário

ASSINE A NOSSA NEWSLETTER