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Bolsonaro é um peso morto e Mourão já se prepara para assumir de qualquer jeito

Morreram 5,4 mil infectados pelo coronavírus em 24 horas na Alemanha, país de primeiro mundo; na América do Sul, o Equador já decretou um “estado de exceção”, suspendendo a liberdade de reunião, a fim de deter a propagação do coronavírus no país. O cenário é de guerra, com corpos abandonados pelas ruas por não haver tempo para recolher todos em tempo hábil. Quando morre alguém, o corpo é imediatamente cremado. Diante de tão grande ameaça, o Brasil está nas mãos de um lunático que só se preocupa em agradar o seu rebanho, estimulando a quebra do isolamento.

Com o país sem comando, a situação exige uma reposta urgente antes que seja tarde demais; não há outra saída que não seja a remoção de Bolsonaro da presidência, de qualquer maneira; o que não será tão difícil, tendo em vista o seu isolamento político. Até agora, nenhuma liderança de peso saiu em sua defesa; esse vácuo será preenchido pelo general Mourão, que já começa a se posicionar na linha de frente no combate ao Coronavírus, segundo as recomendações seguidas por todos os países, menos o Brasil.

Mourão não será o presidente que todos desejavam, pelas suas declarações a favor da Ditadura Militar de 64, no entanto, a situação é de emergência e o general é a única esperança na corrida contra o tempo para enfrentar a maior pandemia da história da humanidade. Sem alternativas imediatas, governadores, oposição e o Supremo, marcharão com o atual vice-presidente, para livrar o país de uma catástrofe iminente. Que general se apresse e decida pela vida em primeiro lugar.

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