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Delírios de um lunático e sua ‘guerra na selva’ contra os Estados Unidos

Ao contrário de outros líderes mundiais, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, se recusa felicitar o democrata Joe Biden, eleito no último dia 3. Fã incondicional de Donald Trump, o brasileiro se uniu aos bolsonaristas mais fanáticos na defesa do ídolo, afirmando que a eleição foi fraudada. Biden havia dito durante a campanha que reuniria o mundo para salvar Amazônia se o desmatamento e os incêndios não fossem contidos.

Bolsonaro interpretou isso como uma ‘ameaça de invasão’ de malandro de olha nas riquezas naturais (minérios), alardeando que a vitória do democrata colocava a soberania nacional em risco. Ontem, 10/11, sem citar nomes, subiu o tom ao se se referir a Biden da seguinte forma:

“Assistimos há pouco a um grande candidato a chefia de Estado dizer que se não apagar o fogo da Amazônia, vai levantar barreira comercial contra o Brasil. Apenas diplomacia não dá. Quando acabar a saliva, tem que ter pólvora. Senão não funciona”

As declarações do presidente foi motivo de piadas nas redes sociais e causou a reação do embaixador americano, que postou um vídeo sobre o poder dos Fuzileiros norte americanos. Há um ano, o belicista e ex-candidato a embaixador, Eduardo Bolsonaro, defendia a criação da bomba atômica brasileira para intimidar a Rússia, China e Venezuela, países que ele considera ‘inimigos’ do Brasil.

A falta de lucidez de Bolsonaro e dos seus filhos parlamentares, encrencados na justiça, deixou o país isolado do resto do mundo, como uma grande ilha governado por um demente sustentado por religiosos sedentos de poder e um estado paralelo controlado por milicianos. Enquanto isso, o general Mourão se afasta e fica na espreita, contando a seu favor, uma direita dividida.