Diógenes Almeida desafia o santo ‘milagreiro’ a fazer obra orçada de 300 mil com apenas 15 mil

O fechamento dos matadouros gerou transtornos para os marchantes sergipanos em vários aspectos. Em Tobias Barreto, estão pagando mais caro pela energia para manter a carne dentro das exigências dos órgãos de controle. Em tom de discurso eleitoral, Dilson de Agripino havia dita que seria capaz de solucionar problema da rede elétrica da feira e do mercado de carne com apenas 15 mil, e que estava disposto a pagar do próprio bolso. Até aí tudo bem, se o custo da obra não fosse de R$ 300 mil, segundo a avaliou a CEHOP.

Sabendo dessa proposta, o prefeito, Diógenes Almeida não deixou barato e fez o seguinte desafio: “se ele (Dílson) tocar o projeto e concluiu, eu pago os R$ 15 mil do meu bolso”. Resta saber se o ex-religioso e ex-santo milagreiro aceitará o desafio de executar uma obra tão complexa com base no apenas no olhômetro. Numa situação como essa, é possível perceber a diferença que há entre um administrador e um propagandista. O problema será resolvido graças a um planejamento e a responsabilidade do gestor com o dinheiro público.

Quem não resolveu os problemas durante 8 anos de mandato, não tem condições de estipular prazo de maneira irresponsável e oportunista, para enganar a opinião pública com promessas mirabolantes. Santo de casa não faz milagres, diz o adágio popular.

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