“Fiz campanha para Bolsonaro e me arrependi”, diz hacker Walter Delgatti Neto


alter Delgatti Neto, conhecido como ‘Vermelho’, foi preso em julho pela Operação Spoofing e confessou ter invadido os celulares de diversas autoridades do País, entre elas, o ministro Sergio Moro. A PF descobriu que pelo menos oitenta figuras públicas foram alvo dos ataques da quadrilha, incluís o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos.

De acordo com o hacker, ele tem provas de que os dois parlamentares: Eduardo Bolsonaro (SP) e Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), comandaram um esquema para impulsionar mensagens de WhatsApp apoiando o candidato do PSL à presidência.

O hacker confirmou que a ideia de procurar a ex-deputada Manuela D’Ávila para falar sobre as mensagens, partiu dele, porque sabia que ela era contra a Lava-Jato devido à ideologia, no entanto, ele apresentou, apresentou Delgatti ao jornalista Glenn Greewald, responsável pela divulgação, mas mensagens em uma série de reportagens batizada de “Vaza-Jato”.

Hoje, 13/12, o Site Terra publicou uma matéria com o título: “Fiz campanha para Bolsonaro e me arrependi”, onde hacker faz novas revelações quem envolvem generais, Bolsonaro e alguém do Supremo. Finalmente, Delgatti desmentiu a delação de Luiz Henrique Molição, outro hacker do grupo preso pela Polícia Federal.

Ele descartou que o grupo tinha um mentor intelectual anônimo, a quem Delgatti se referia como “Professor”. “Esse negócio de ‘Professor’ não existe”, afirmou o hacker. Leia também: https://jornalismo.online/hacker-era-bolsonarista-a-mais-nova-teoria-conspiratoria-nao-ira-emplacar/


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