Gal de Filó sumiu por que não aguenta pressão, ou por que se acovardou e já ensaia um pulo para a oposição?

Há quinze dias, este jornalista encontrou o vice nos corredores da Câmara e na oportunidade, perguntou: o Sr. Está satisfeito como vice-prefeito? A resposta foi, não. Uma resposta que combina com os rumores dos bastidores da política de que o mesmo, estaria ensaiando um pulo para o lado da oposição. Pular do barco e se aliar ao adversário para desestabilizar o administrador visando vantagens pessoais, é um ato de covardia digna de ratos.

Isso vale para o vice-prefeito de Tobias Barreto, o Sr. Gal de Filó, como para os demais aliados do prefeito que não tiver coragem de encarar os problemas de frente. Momentos difíceis foram feitos para testar homens que garantem as calças que vestem e que aguentam pressão. O momento exige coragem e determinação. Que a maioria dos políticos são oportunistas e traidores, todos sabem disso e é tolerável, o que não é tolerável é o oportunismo somado a covardia de um político, quando o povo mais precisa dele.

O pré-requisito mínimo exigido de um político para se qualificar como representante do povo, é a sua capacidade de enfrentar as dificuldades quando o momento exige, para que possa honrar os votos e a confiança que seus eleitores depositaram nele. É muito fácil ser prefeito ou vice, no período de rio cheio e vacas gordas. Mas é nos piores momentos que a capacidade de um administrador é testada. O país passa por uma situação crítica em todos os sentidos com ameaças da extrema direita e uma intervenção militar.

A troca Dilma por Temer não foi um bom negócio para ninguém. Imagine uma cidade cuja prefeitura tem pendências com a justiça, como é o caso de Tobias Barreto, onde os repasses da União estão sendo bloqueados e sequestrados para corrigir erros do passado. A situação é crítica e exige a atuação de todos os políticos que tem compromisso com esta cidade. O momento não é de situação ou oposição. A política que interessa ao cidadão depois de uma eleição, são as políticas públicas.

Brigas político-partidárias não traz nenhum benefício para o povo. Infelizmente, muitos ainda não acordaram para a realidade ou simplesmente continuam olhando para os próprios umbigos, sem descer do palanque, como se ainda estivéssemos no período eleitoral. As eleições passaram e um prefeito foi eleito junto com o seu vice. O vice não pode fugir da sua responsabilidade como autoridade política, porque muitos votaram nele para eleger o atual prefeito. É nesse momento que ele deve deixa ser uma figura decorativa e fazer valer o salário que recebe como autoridade eleita para defender os interesses do povo, e não os próprios.

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