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Isolado em meio a pandemia, o profeta do caos fica agressivo e parte para “tudo ou nada”

O jejum nacional não foi capaz de parar a pandemia, ao contrário, ela ganhou força e o sistema de Saúde Pública já começa entrar em colapso antes da doença atingir os níveis previstos; menos da metade da população brasileira está em quarentena. Enquanto isso, Bolsonaro está Isolado e brigando com ex-aliados, ao mesmo tempo em que tenta salvar a própria pele, agarrando-se desesperadamente aos evangélicos e ao empresariado, que pedem o fim da quarentena.

O “Mito” ignora a ciência e o exemplo dos outros países; está mais agressivo e atirando para todos os lados. Para tanto, ele conta com o apoio de uma horda de fanáticos, capazes de qualquer coisa, que vão desde ameaças a governadores que decretaram o isolamento social, ao linchamento virtual de membros do próprio governo. As carreatas e manifestações estão fora de controle e são incentivadas por quem deveria proibir terminantemente.

O desprezo pela vida do trabalhador que depende de transportes coletivos para chegar ao local de trabalho, é uma das causas das pressões feitas ao presidente pelos bolsonaristas ricos. A alegação é a defesa da economia e do emprego, em detrimento ao valor infinito da vida humana. Para não perder a sua base de apoio entre evangélicos e o empresariado, o “profeta do caos” despreza as estatísticas, apela para a fé cega dos seguidores da sua seita e parte para “o tudo ou nada”.