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O ‘anjo’ e o anônimo era o advogado; ouça todos os áudios do Queiroz antes da prisão.

Frederick Wassef, é um advogado estranho, não gosta de assinar os processos em que atua e nem de aparecer em fotos; prefere as sombras, um comportamento característico de quem defende bandidos. Aparece em uma fotografia com Catta Preta, amigo de longas datas e advogado do ex-capitão do Bope, Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do “Escritório do Crime” e herói da família Bolsonaro. Wassef era o “anjo” de guarda de Queiroz.

Bebianno sabia muito, mas morreu misteriosamente; foi uma entrevista bombástica dada pelo empresário Paulo Marinho à Folha, que reascendeu o caso e trouxe nova luz aos fatos. O empresário que é suplente de Flávio Bolsonaro, revelou que PF havia antecipado que Queiroz seria alvo de uma operação. Disse ainda que a Polícia Federal atrasou propositalmente a operação para não prejudicar a campanha de Bolsonaro, porque o delegado era simpatizante do candidato.

Finalmente, o homem de confiança do clã Blosonaro, Fabrício Queiroz, foi preso, hoje, 18/06, após seu chefe, Flávio Bolsonaro, ter tentado barrar as investigações pela décima segunda vez, sem sucesso. Preso no sítio do advogado da “família”, Frederick Wassef, um bolsonarista raiz, amigo íntimo de milicianos, apesar de ter dito anteriormente que não sabia do paradeiro e negar que fosse seu advogado.

Queiroz se escondia há um ano na propriedade de Wassef; sendo visto em público pela última vez em 2019. Fabrício Queiroz será levado para o presídio de Bangu, para o desespero do seu chefe, que terá longas noites de insônias a partir de hoje. Queiroz não precisará dizer muita coisa, pois a esta altura das investigações, deve existir provas contundentes para que sua prisão fosse efetuada.

Os subterrâneos dos bolsonaros serão alagados para que os ratos saiam dos seus esconderijos. O conteúdo dos celulares do capitão Andriano da Nóbrega, antigo parceiro de Queiroz, serão revelados e certamente se chegará aos mandantes do assassinato de Marielle; o efeito dominó tem início com a prisão de Queiroz, da sua esposa e da atual assessora de Flávio, que não escapará da justiça após a décima segunda tentativa.

Bolsonaro se cercou de militares e tentou aparelhar a Polícia Federal para proteger o seu telhado de vidro; usa as forças armadas para intimidar o Supremo, para não cair e ser preso. O cerco se fecha rapidamente e o desespero é grande. A P* do tamanho de um cometa profetizado por Queiroz, está caindo no quintal do clã.


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