O Bolsomiom que votou em Haddat do PT em troca de cargo comissionado em Sergipe

Depois de fazer arminha com os dedinhos e prometer que mudaria Sergipe com o apoio do seu “mito”, o paulistano de Osasco-SP, radicado em Sergipe e candidato ao governo do estado em 2018, trocou de lado e apoiou o seu adversário, Belivaldo Chagas (PSD). Eduardo Alexandro Cassini foi expulso do PSL pela executiva nacional, após concorrer ao governo de Sergipe pela sigla e virar a casaca, apoiando Fernando Haddad (PT), o maior adversário de Bolsonaro nas eleições de 2018, para presidente. Cassini se manifestou por meio de nota oficial, onde se defendeu.

“Sou fiel aos meus valores e a tudo que expus durante a minha campanha, aos meus projetos e à minha história. Se decidi apoiar os candidatos apoiados pelo PT é em razão da compreensão de que o projeto atual deles não conflitava com o meu projeto de Brasil, mesmo havendo discordância em alguns pontos. Entretanto, vi que numa democracia essas discordâncias são debatidas, compreendidas e resolvidas de forma política, não em forma de violência. Essa é a minha última manifestação durante o processo eleitoral pois me sinto acuado e intimidado, temo pela minha vida e pela vida dos meus. Peço aos que acreditaram em mim e me viram como um homem sério, honesto, digno, que entendam minhas razões e que não semeiem o ódio, pois ele pode nos destruir”.

O vice-presidente do diretório estadual, José Aguinaldo, disse ter encarado o caso com “decepção” e “estranheza”. No entanto, o verdadeiro motivo da traição veio à tona com a nomeação do ex-adversário político de Belivaldo e Eliane Aquino, para um Cargo comissionado (CC) em 06 de Setembro de 2019, ou seja, a traição aos 32.326 votos (3,27% dos válidos), teve um preço e o bolsomiom entra para lista como candidato de aluguel.

Fontes: Infonet; NE Notícias

https://www.facebook.com/groups/debates.criticos/