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O comunismo foi o partido de esquerda criado por judeus alemães

O regime neonazista brasileiro mostrou a sua verdadeira face, ocultada sob o verniz do patriotismo cristão. Simpatizantes se sentiram livres para saírem das suas cavernas e se apresentaram à luz do dia, fantasiados com uma suástica no braço, símbolo proibido pela legislação brasileira. Células de vagabundos nazistas se multiplicaram devido o ambiente favorável.

A mentira virou regra; o empírico é questionado para dar lugar as fantasias conspiratórias, através da repetição até se tornar normal e crível. Dizer que o nazismo alemão era de esquerda é uma das táticas do bolsonarismo para negar o nazismo evangélico encrustado no governo. Querem revisar a história em pleno século XXI, era da informação, mas ela não perdoa!

Desde cedo aprendemos que o comunismo foi fundado por Marx, no entanto, poucos sabem que ele era neto do rabino Moses Mordechai Levi e os seus pais eram judeus. Foi perseguido pelo governo absolutista de Guilherme III. Depois de concluir seus estudos, ingressou no curso de Direito da Universidade de Bonn, onde participou das lutas políticas estudantis.

Marx se alinhou as ideias “hegelianos de esquerda”, que procuram analisar as questões sociais, fundamentados na necessidade de transformações na burguesia da Alemanha. Ele renega as suas origens judaicas e afirma:

“O dinheiro é o ciumento deus de Israel, a cujo lado mais nenhuma divindade pode existir. O dinheiro rebaixa todos os deuses do homem e transforma-os em mercadoria. O dinheiro é o valor universal e autossuficiente de todas as coisas.”

Karl Marx dedica-se a escrever teses sobre o socialismo e funda a “Sociedade dos Trabalhadores Alemães”. Os judeus  inventaram o comunismo como partido de esquerda na Alemanha, que se estendeu aos judeus bolcheviques. Portanto, o nazismo nunca foi um movimento de esquerda, ao contrário. O mesmo aconteceu na Rússia, os bolcheviques eram judeus, isso justifica o ódio de Hitler por judeus e comunistas; Israel nasceu como um estado comunista, após a Segunda Guerra.

A origem do ódio nazista, a extrema direita alemã.

As ideias nazistas surgiam primeiro na Inglaterra com base na teoria da evolução da sociedade (darwinismo social). Essa teoria se baseava no Darwinismo, que é a teoria da evolução desenvolvida por Charles Darwin (1808-1882), e a partir de uma teoria evolucionista desenvolvida pelo filósofo inglês Herbert Spencer (1820-1903). O darwinismo social acreditava na premissa da existência de sociedades superiores às outras, que sobressaíam física e intelectualmente e estavam destinadas a governar o resto da humanidade.

Por outro lado, os menos aptos (judeus, negros asiáticos e eslavos) estavam fadados a desaparecerem por não serem capazes de evoluir e acompanhar a linha evolutiva da sociedade. Este era princípio de seleção natural da teoria da evolução, que seria o fermento que daria origem as ideias nazistas de uma raça superior (ariana).

Daí, surgiram os ideais nacionalistas e o ódio pelos judeus, ricos e intelectuais. Mais tarde, a teoria da evolução social humana de Spencer ganharia um reforço com a Eugenia de Francis Galton (1822-1911), que acreditava que a melhoria genética era determinante para a qualidade racial tanto no aspecto físico como no aspecto mental.

Alfred Rosenberg, o teórico do nazismo, bebeu em várias fontes, como por exemplo, os trabalhos de Arthur de Gobineau, Houston Stewart Chamberlaiteon, Madison Grant. Rosenberg era o encarregado de construir uma escala racial humana que justificasse as políticas racistas e expansionistas de Hitler.

A doutrina nazismo se consolidou quando Hitler fez a junção do darwinismo social com o misticismo de Helena Blavatsky ou Madame Blavatsky, escritora russa, que abordou a existência de uma suposta raça ariana, poderosa e gloriosa do passado e que voltaria no futuro para governar.

Além da ciência nos meios acadêmicos, o nazismo misturou religião ao misticismo oriental para ganhar a adesão do povo. A diferença entre nazismo alemão e o nazismo tabajara tupinikim é gritante, eles eram qualificados nas suas respectivas áreas, enquanto que os nossos, não passam de trapalhões aloprados e indisciplinados

Fonte: Manifesto Comunista – Marx e Engels


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