O duende que queria ser rei e líder de uma seita cristofascista baseada na mentira

O termo ‘cristofascismo’ é uma combinação de cristianismo e fascismo, usado para descrever os segmentos do cristianismo considerados como totalitários e imperialistas. Foi criado em 1970 pela teóloga alemã, Dorothee Sölle, uma proponente da teologia da libertação.

É quando o cristianismo é usado como uma doutrina político-religiosa, colocando Jesus Cristo como uma espécie de ditador universal, a exemplo do que acontecia no Império Romano, culminando no “Santo Ofício”. O cristofascismo é uma fórmula retrógrada de dominação das massas ignorantes, promovida pelos lideres religiosos brasileiros, dando origem a seita bolsonarista.

Desde as primeiras manifestações pro Bolsonaro e após o seu “batismo” no Rio Jordão, bolsonaristas e o próprio Bolsonaro vinham associando a sua imagem de candidato a presidência, a figura do Cristo, apresentando-o como messias, ungido para ser eleito por Deus, o líder da nação. Para tanto, os púlpitos das igrejas se tornaram verdadeiros palanques eleitorais, com a Bíblia sendo distorcida a favor do novo “messias”.

Mas a verdade não demorou a vir a tona; o “messias” dos evangélicos, dos esquizofrênicos e desajustados, nada mais era que o “Duende Macabro” com 28 anos de vida pública, defendendo torturadores, genocidas, ditadores. Um louco e desequilibrado, incapaz de conduzir a própria família e suas ligações com o submundo do crime organizado. Somente a ignorância e o fanatismo religioso, elegeria um homem como Bolsonaro para conduzir uma nação de dimensões continentais e com a diversidade étnica e cultural como a nossa.

Mas aconteceu e a única maneira de parar esse demente, foi a intervenção do Planalto, pelos militares de alta patente do exército. Sem poder e sem autonomia, o homem que sonhou ser rei, não passa de um espantalho palaciano, ignorando pelo Congresso, Judiciário e pelas Forças Armadas. O prazo de validade do reino utópico do “messias” da seita bolsonarista se aproxima; na última pesquisa Datafolha, 17% dos eleitores de Bolsonaro dizem que se arrependeram de ter votado nele.