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O morto-vivo que participa de manifestações pedindo intervenção militar e a volta do AI-5

As manifestações pedindo Intervenção Militar e a voltar do AI-5, na frente dos quartéis, neste último domingo, 19/04, foram planejadas e organizado pelos filhos do presidente em uma reunião de família, cuja foto foi publicada nas redes sociais.

Sem regras e sem pudor, é o único presidente do planeta que prega a desobediência civil contra o próprio governo. Ele ousa e desafia porque sabe que temos um Congresso venal, um procurador que é o engavetador oficial, um ministro da Justiça que age como advogado da “família” e um Supremo acovardado.

O “messias” teve os seus sonhos de tirano castrados por um vírus, que colocou o seu governo em xeque e provou que é incapaz de governar um país de tamanha complexidade, principalmente diante de uma crise, por menor que seja; ele não agrega. Sem base para governar e isolado, o presidente se tornou um zumbi palaciano.

Um morto-vivo acéfalo e seboso que cumprimenta os seus seguidores com a mesma mão em que tosse e, limpa o nariz, em plena pandemia. Ele está desesperado e pensa em um autogolpe de estado para se safar de um provável impeachment pelos crimes contra a Saúde Pública e improbidade administrativa. Tenta envolver o exército, que não participará dessa aventura; só poderá contar com a seita de fanáticos e os milicianos que serão beneficiados com o fim do decreto de rastreamento de armas

Ele sonhou com o absolutismo de um regime cristofascista onde seria uma espécie de “rei messiânico” apoiado pelo exército e pela religião. Prometia que iria fazer uma limpeza e acabar com a corrupção e a velha política, ao mesmo tempo em que dizia que arrastaria o país para os anos 60. Como um déspota medieval, chegou a dizer publicamente que ele era a Constituição, mas a verdade é que não passa de um rei sem coroa.

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Genocídio em marcha, por @miguelpaiva

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