O servo do profeta entra em ação para evitar que a PF chegue aos filhos do seu chefe

Em setembro do ano passado, anunciou que a vaga seria ocupada por alguém “terrivelmente evangélico”; Mendonça aguardava a sua promoção, enquanto sua esposa “dobrava os joelhos”. A entrada de André Mendonça como ministro da Justiça não foi surpresa, Ibaneis, governador do DF, já havia dito que Bolsonaro teria um nome “100 vezes melhor” que Moro.

Ao assumir, o “terrivelmente evangélico” cometeu o seu primeiro pecado chamando de “profeta de combate a corrupção”, um homem que é admirador dos piores ditadores, defensor de milicianos, grupos de extermínios, autor de declarações assustadores contra os Direitos Humanos e com 19 pessoas da família sendo investigados.

O fiel servo do profeta do caos já entrou em ação para salvar os filhos do seu chefe das garras da justiça. Um ministro da justiça que atua como advogado particular da família do presidente, ministro e aliados do governo, é o resultado do aparelhamento do governo para se blindar.