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O Supremo acaba com o sonho de uma ‘Gestapo’ tupiniquim de Bolsonano e ‘SS’ para os filhos

A nomeação de um amigo do clã Bolsonaro para PF causou resistência no Congresso e gerou ações judiciais. Alexandre Moraes suspendeu a indicação atendendo ao PDT, que entrou com um mandado de segurança no STF alegando “abuso de poder por desvio de finalidade” com a nomeação de Ramagem, amigo da família Bolsonaro. O magistrado entendeu que diretor poderia fornecer informações privilegiadas ao presidente.

Bolsonaro insiste com sua agenda de aparelhar o governo nos moldes da Alemanha Nazista, quando deixa claro que quer uma Polícia Federal que lhe informe os rumos das investigações, ou seja, uma polícia Política semelhante a Gestapo, (Geheime Staatspolizei), Polícia Secreta do Estado do regime nazista, cujo objetivo principal é o uso político das informações. A polícia política (Gestapo) de Hitler, era uma organização que investigava, torturava e prendia opositores.

Além de pretender tirar a independência da PF para transformá-la em uma polícia política, o presidente neonazista também queria uma espécie de guarda ‘pretoriana’ (SS tupiniquim) para proteger os seus pupilos. O uso político da polícia começaria com a reabertura do caso da “facada”, para provar que foi verdadeira e prender os supostos culpados da esquerda. Mas o Supremo interveio e a anulou a nomeação do amigo da ‘família miliciana, como novo diretor da Polícia federal.

Bolsonaro ameaça governadores: “Minha PF vai pra cima