QUEM FOI MELHOR NOS DOIS PRIMEIROS ANOS DE MANDATOS? DILSON OU DIÓGENES?

Dois ex-prefeitos se unem contra o atual gestor, fazendo comparações entre oitos logos anos contra menos de dois, do atual, Diógenes Almeida. Nada mais justo do que comparar os dois primeiros anos de cada um deles, para saber quem foi o melhor em organização e eficiência, e deixou órgãos municipais funcionando nos dois primeiros anos de mandato. A oposição comandada pelo ex-prefeito Antônio Nery, cujo legado é conhecido por todos, alardeia para os quatros quatro cantos que Dilson de Agripino foi o melhor prefeito de todos os tempos e cita o volume de obras como exemplo.

No entanto, o volume de obras não é o suficiente para provar que alguém foi um bom prefeito. Se assim o fosse, ele teria feito um sucessor. Vale ressaltar que ficaram as obras inacabadas com dinheiro em caixa, mas com pendencias jurídicas, contas que foram rejeitadas e muitas deficiências nos órgãos municipais, após oito longos anos no poder. O sucessor pegou um grande abacaxi.

Falando em abacaxi, Diógenes está acostumado descascar a ananás administrativa. O primeiro foi o deixado por Antônio Nery, que teve uma administração de aparência no início, semelhante a um sepulcro caiado, bonito por fora, mas podre por dentro, vindo a ruir sobre si mesmo. Foi o período mais tenebroso da história administrativa de Tobias Barreto, onde servidores públicos passaram fome e perderam o crédito, culminando com a expulsão do prefeito, que saiu mais rico do que entrou, apesar de toda calamidade do funcionalismo.

A coisa foi tão séria que um funcionário do Tribunal de Contas chegou a apontar o dedo e para o honrado cidadão e disse: “Aqui está o maior ladrão do estado de Sergipe! ” Claro que Nery não foi ladrão, apenas o pior administrador que já passou pela prefeitura. É o tutor político do ex-refeito Dilson, que não fez nada nos primeiros dois anos, por isso, um dos seus coligados, o Rômulo Daltro, o comparava a uma galinha que ciscava para trás, pouco tempo depois o colocou em cima de uma tartaruga, simbolizando a sua lentidão nas ações administrativas.

A sua desorganização como administrador foi atestada após sua Reeleição, pedindo seis meses para arrumar a Casa que ele mesmo tinha deixado bagunçada no primeiro mandato, provando assim, ser relaxado, desorganizado e sem pulso. Tentou sem sucesso, eleger dois deputados (Tony Tecidos e Roberto de Gil), e no final do mandato, após oito anos no poder, tenta eleger um sucessor, mas fracassa. A derrota do candidato por ele indicado, provou que o volume de obras não aprova uma administração.

Diógenes Almeida encontrou um caos financeiro, obras inacabadas e problemas com a Receita Federal. Não teve sequer condições de fazer o tradicional carnaval fora de época (CarnaTobias) e sendo obrigado a atrasar salários. O que difere Diógenes Almeida dos trapalhões, é a sua organização e determinação de não deixar nada pela metade. Prima pela qualidade e eficiência dos serviços públicos.

Ele não é construtor, mas um grande administrador que se preocupa em atender as demandas e a qualidade de vida do povo. Os exemplos são: Segurança, saúde e educação, que é o tripé fundamental de uma sociedade, e que está funcionando na administração do atual prefeito.

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