Saiba porque o ‘mar pode secar’ e Baleia ficar sem os votos necessários

Nos Estados Unidos, o impeachment de Donald Trump será lido na próxima segunda-feira. No Brasil, apesar de dezenas de crimes de responsabilidade e 59 pedidos de impedimento do presidente Jair Bolsonaro, isso não acontecerá mesmo com hipotética eleição de Rossi para presidente da Câmara.

A candidato de Maia deixou claro em uma entrevista à Folha de São Paulo que não assumira compromisso de abrir um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro em troca do apoio a sua candidatura e isso ‘não era bom para o país’. A reação de Gleisi Hoffmann, presidente do PT foi imediata. Rossi tentou amenizar a repercussão da sua fala, mas o estrago já estava feito.

O acordo do PT com bloco de Maia deixou o partido dividido devido ao histórico do candidato a cadeira de presidente da Câmara, alinhado as pautas do governo. Além do Partido dos Trabalhadores, outros como: PSB, DEM e PSL também racharam com o bloco da oposição e a maioria de seus integrantes decidiram apoiar Arthur Lira. 

Por outro lado, o candidato de Bolsonaro têm cartas nas mangas, que são os apadrinhamentos de cargos comissionados, que faz dele o favorito, em um ambiente venal. A sonhada “Frente Ampla” ainda é uma incógnita sem o PSOL e o PDT de Ciro tentando dividir a esquerda. Somente a Baixa popularidade irá tirar as hipóteses de releição de Bolsonaro.

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