VEREADORES TOBIENSES: CIUMES, IRONIAS E POLÊMICAS. QUEM É O PAI DA CRIANÇA?

Há quem queira chegar à presidência da Câmara com picuinhas, fofocas, ironias e ciúmes. A Câmara de Vereadores é um lugar para se discutir políticas públicas, não é a casa da mãe Joana, onde roupas sujas são lavadas. O cidadão precisa ter consciência disso e exigir que o seu representante cumpra o seu papel de parlamentar, eleito com o seu voto. O vereador é eleito pelo voto popular para representar os cidadãos junto ao poder executivo e não a si mesmo. Como vereador, ele tem o dever de legislar, fiscalizar, fazer indicações e requerimentos a favor do povo.

Infelizmente, quando se trata da política local e nacional, o eleitorado permanece sem saber quais são as atribuições do parlamentar, e se contenta com as pirotecnias e shows particulares para chamar a atenção e atrair holofotes. Porém, o vereador não é pago para fazer ironias, fofocas, polêmicas e gracinhas para agradar uma plateia ou usar a tribuna para as suas brigas particulares. Em Tobias Barreto, alguns vereadores novatos assumiram os seus mandatos com tons beligerantes, prontos para brigar e desconstruir a imagem do atual gestor, eleito democraticamente.

Elisângela que entrou na Câmara como uma tormenta, arrasando quarteirão, perdeu força, como acontece com as tempestades. Os que pareciam moderados, tornaram-se agressivos, depois de mudarem de lado e fazer coro com a oposição. Um deles, o Romildo, passou a falar grosso e a reivindicar quase todos os requerimentos propostos na Casa, como se fossem da sua autoria. O jovem parlamentar de grande potencial, tornou-se irônico e ciumento, quando trata de autorias de indicações.

Dos novatos que fazem oposição à atual administração, o destaque vai para Junior Cisneiros, que apesar dos discursos partidários, é coerente, centrado e responsável nas suas colocações. Na mesma linha está a veterana Maria Vital, que, junto com Cisneiros, faz cobranças e questionamentos sem entrar em confrontos ou ofensas pessoais desnecessárias. Já Impera Prado, atua como o jogador reserva de Elisangela, na hora do voto. Fala pouco e obedece cegamente a bela professora. Nós, como imprensa livre, temos o dever de zelar pela democracia, como observadores ou fazendo críticas construtivas e apartidárias.

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